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Deep Silent Complete

"Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridiculas...e nas palavras mais belas... Transformo-me todo em palavras." - José Luís Peixoto

Deep Silent Complete

"Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridiculas...e nas palavras mais belas... Transformo-me todo em palavras." - José Luís Peixoto

12
Fev07

Voltámos a ser putos.

Marco
O tempo tem destas coisas, volta e meia apanha-nos distraídos e decide passar a correr. Nunca percebi muito bem o porquê de ele fazer isso, nem me parece que ganhe alguma coisa com isso, mas estou seguro que terá as suas razões. Não sei é quais são. A verdade é que existem dias, aparentemente iguais a todos os outros, em que de repente chocamos de caras contra ele e em que percebemos como é veloz. Ontem, para mim, foi um desses dias.

Quando a noite me impingia a ideia de ir dormir, eis que me surge à frente, no computador, uma personagem com quem vivi algumas das mais inacreditáveis histórias da minha vida. Seguramente que não vejo o Alexandre (Chris Mulin entre nós) há uns 6 anos. Mas é preciso recuar cerca de 15 para nos encontrar, putos, a fazer avarias por tudo quanto era lado. Coisas do arco da velha. Episódios absolutamente insólitos capazes de me fazer corar nos dias de hoje.

Era o tempo dos Verões eternos. Da descoberta. Da rebeldia. Da aventura. Ontem voltámos a ser putos, voltámos aos penaltis no Joaquim da Imperial onde havia baratas atrás de um quadro do Papa, voltámos às bebedeiras de Koriak na praia do Pisão, voltámos ao autocarro do Sai-de-Gatas, voltámos à guerra de feijoada na casa do Hugo, voltámos à mítica festa de anos da Ana Sofia, voltámos ao WC da Formosa... voltámos a rir com episódios inesquecíveis que tempo nenhum pode apagar.

Por mais rápido que corra.

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