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Deep Silent Complete

"Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridiculas...e nas palavras mais belas... Transformo-me todo em palavras." - José Luís Peixoto

Deep Silent Complete

"Escrevo-me. Escrevo o que existo, onde sinto, todos os lugares onde sinto. E o que sinto é o que existo e o que sou. Escrevo-me nas palavras mais ridiculas...e nas palavras mais belas... Transformo-me todo em palavras." - José Luís Peixoto

21
Nov06

Eu e uma frase.

Marco
Há uma frase mais ou menos conhecida que é conhecida por dizer mais ou menos isto – Posso não chegar à lua (uns preferem dizer “céu”) mas ao menos tirei os pés do chão. Há dias, quando a noite bem noite, estas palavras, todas elas, disparadas contra mim, tocando-me fundo depois de terem feito o mesmo a quem mas enviou. É de facto uma bela frase, mas estética à parte, interessa-me o seu conteúdo.

Será ela uma frase conformista? Ou seja, se não vencer, fico contente por ter participado. Se não conseguir fico contente por ter tentado. Será isso? Ou pelo contrário, será ela uma declaração de intenção? Posso não vencer, não conseguir, mas vou fazer tudo o que puder para consegui-lo. Aliás, já comecei. Comecei por me mexer, por tirar os pés do chão. Divagações minhas, leituras possíveis ou talvez impossíveis.

O que julgo saber de facto é que a lua (ou o céu) estão apenas à distancia a que os colocamos de nós próprios. E julgo que muitas vezes os declaramos inatingíveis, porque sabemos ser muito mais confortável não viver no desconforto de os sabermos por perto, de os desejarmos ter e tocar e não poder porque o conforto...ai o conforto...que desconforto...que desconforto o adeus ao conforto, o frio na barriga...as dúvidas...e se?...e se não?...ai o conforto...antes o conforto...ao menos...conforto...e pelo menos... isso...

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